Geração millennial (20 aos 30 anos) só quer comprar casa com ajuda de um agente imobiliário

Será com surpresa que chega esta mensagem, mas os avanços tecnológicos tornaram os agentes imobilários insubstituíveis, sobretudo para a geração entre os 20 e 30 anos, os chamados Millennials. A revelação é feita num estudo internacional do Coldwell Banker, que vem dizer que, em paralelo com as novas tecnologias, estes profissionais têm um papel mais importante do que nunca no processo de aquisição de uma casa. 

Mais de 70% dos inquiridos deram esta resposta, no âmbito do estudo citado pelo Público, e quase dois terços dos participantes disseram que nunca iriam sequer considerar comprar ou vender uma casa sem o apoio de um destes profissionais, e mais de metade afirmaram mesmo que os agentes imobiliários são mais importantes no processo de seleção de uma casa do que os amigos, a família ou os recursos digitais.

É entre Millennials (também conhecida como geração Y) que o uso do agente imobiliário é mais referenciado, facto que o Coldwell Banker justifica com a falta de experiência desta geração no processo de compra e venda de casa.

Mas a tecnologia também desempenha um papel cada vez mais importante nesta dinâmica transacional, tal como escreve o jornal, frisando que de acordo com o estudo, hoje em dia o critério mais importante que se requer num agente imobiliário já não é a sua experiência, o conhecimento do processo transacional ou das casas na sua área, nem sequer a sua reputação, mas sim a sua capacidade para responder rapidamente aos contactos, uma vez que os Millennials esperam uma resposta rápida.

Estes jovens milionários também atribuem bastante mais importância às redes sociais e às críticas dos consumidores ao trabalho dos agentes do que acontece no caso dos consumidores da geração X (30 aos 40 anos) ou dos baby boomers (50 e 60 anos).

O estudo “Wealth, Real Estate and the High-Net-Worth Investor: Survey and Insights Into Preferences and Behaviour” analisa os 1,8 milhões de famílias e o 1,5% da população com um rendimento mínimo de 200.000 dólares e um património líquido no valor de pelo menos 5 milhões de dólares, determinando as suas caraterísticas demográficas e a sua atitude em relação aos agentes imobiliários, às instalações e equipamentos e bem como as diferenças geracionais entre os consumidores.

fonte: idealista

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